Como não compareceu a mulher procura homem mais arequipa seu novo posto,.000 quilômetros de distância do posto de seu companheiro, Laci foi considerado desertor e corria o risco de ser preso e expulso do Exército.
Norma do Conselho Nacional de Justiça passou a valer para todos os cartórios do país em 14 de maio de 2013.Na África do Sul, a Suprema Corte legalizou a adoção por casais homossexuais em 2002, único país do continente a adotar a medida.Por Luiza Garonce, G1 DF 19h52 Atualizado 08h33.Na quarta-feira seguinte, o casal foi convidado para dar uma entrevista ao vivo no programa SuperPop, da RedeTV!No Brasil, a adoção de crianças por casais homossexuais ganhou, há três anos, um impulso considerável com a decisão da 4 Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ que, por unanimidade, negou recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul contra decisão que permitiu.Cerca de 72 horas depois de a revista chegar às procuro uma mulher dessa flor desconhecida bancas, uma juíza assinou um mandado de busca domiciliar e prisão para Laci Marinho, considerado desertor.O pernambucano Fernando Alcântara de Figueiredo chegou a Brasília em 1995, depois de passar pelo curso preparatório para sargento do Exército de Juiz de Fora, em Minas Gerais.A 23 de julho, Mariely deu à luz Matteo e a 22 de agosto, nasceu Marla.Que sirva de inspiração para todos os casais!Sem fazer referência direta à matéria, Lula disse estar orgulhoso pelo momento de reparação vivido no país.A lista inclui Alemanha, Holanda, Suécia, Inglaterra e Espanha.Com base nisso, em 2013, a Justiça Federal de Pernambuco determinou que o Exército reconhecesse o companheiro de um sargento como dependente.No DF, foram registrados 433 casamentos homoafetivos; conheça história de três casais.
O rótulo "chavoso" vem da expressão chave de cadeia.
Os dois declararam sua relação afetiva dentro do Exército (Foto: Ricardo.




Em 2011, o STF equiparou os direitos entre casais heterossexuais e homoafetivos.A recusa à adoção de crianças e adolescentes por homossexuais deve estar fundamentada em motivos reais e não em meras suposições.A solução para o problema chegou com o casal Juny Roman, de 33 anos, e Alex Torres, de 30 anos, que se disponibilizaram para serem os pais das crianças.No caso em análise, o laudo da assistência social recomendou a adoção.Dias depois, ele conheceu o potiguar Laci Marinho de Araújo, outro recém-chegado a Brasília, que havia feito o mesmo curso em Três Corações, também em Minas Gerais.Em 2009, o casal fundou o Instituto Ser de Direitos Humanos e da Natureza, que trabalha com outros casos de preconceito no Exército.Como eram oficiais do Exército, preferiram manter a relação em segredo.A reportagem de Época tentou falar com o sargento novamente, mas as Forças Armadas não deram autorização.
Época 1000: Cortina de fumaça Época 1000: Uma farsa em Belém.


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