Nela, as mulheres pedem a condenação da violência contra a população nativa e a exigência de mulher casada procura homem curico que o Governo de Rafael Correa liberte os mais de 100 indígenas e ativistas presos (número que a Procuradoria-Geral do país diz ser 56).
E em poucas horas, todos estavam de volta ao local do acampamento.
Se concorda, continue a navegar.Após a grande repercussão deste primeiro trabalho, veio a inspiração para mulher casada procura amantes o próximo: Percebi que poderia usar a arte para transmitir uma mensagem.Na semana passada ela sofreu agressões físicas e foi detida em Puyo (na província de Pastaza, na região amazônica e poderia ser levada a outra província do país dentro das próximas horas.A inspiração veio depois que ela mesma assumiu sua homosexualidade para a família diante das câmeras.Também há dirigentes mulheres que participam das assembleias com voz e voto.Alicia Kawiya, da tribo waorani, veio a Quito para levantar a voz: Nós viemos lutar por nosso território, os rios estão contaminados, queremos água para nossos filhos, estamos lutando pela vida das nossas novas gerações.Foi aí que decidi fazer este projeto sobre as clínicas.
Os transgênicos chegariam e nossa produção vai passar a depender do mercado, afirma Quinatoa.
Um dos casos que elas querem divulgar é o de Margot Escobar, ambientalista de 61 anos que já foi notada nos protestos de 2013 contra a 11a Rodada Petroleira.




São mulheres como Diocelinda Iza Quinatoa, que aprendeu a ler e escrever com 14 anos e logo se dedicou a alfabetizar sua comunidade.A marcha dos indígenas, apoiada por operários e outros grupos profissionais, não se deteve diante das barricadas da Polícia.Uma das heranças é saber resistir e lutar.Clique aqui para mais informações.Nós, indígenas, não temos nada garantido pelo Estado.Preparei os aparelhos para clicarem de tempos em tempos, registrando tudo, conta a fotógrafa.Poupe até 50 em Quito, obtenha acesso exclusivo a ofertas para membros através de e-mail.Elas falam dos problemas concretos no campo.Violência física também é um forma de "corrigir" os homossexuais (Foto: Paola Paredes).

Sua tarefa é sustentar a whipala (bandeira de sete cores que representa as comunidades andinas) e abrir caminho para os manifestantes homens, que vêm atrás delas.
Mulheres indígenas na marcha desta quarta-feira.


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